A gasolina e o diesel vão ficar mais caros nas refinarias. A Petrobras anunciou ontem à noite reajuste de 7,83% para a gasolina e 3,94% para o diesel. O reajuste começa a valer na próxima segunda-feira, dia 25. Segundo a empresa, o aumento é necessário para adequar o valor dos combustíveis aos preços praticados no mercado internacional.
“Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da Companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, diz a Petrobras em nota.
O aumento, no entanto, não terá impacto sobre o preço nas bombas porque a equipe econômica do governo decidiu zerar a alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para os dois combustíveis. Em nota oficial, o Ministério da Fazenda anunciou a diminuição do imposto para evitar que o aumento chegue aos consumidores e afete a inflação. A pasta não informou o impacto da desoneração sobre os cofres públicos.
“Para neutralizar os impactos dos reajustes dos preços da gasolina e do diesel anunciados pela Petrobras, o governo federal decidiu reduzir a zero as alíquotas da Cide incidente na comercialização destes combustíveis. Dessa forma, os preços, com impostos, cobrados das distribuidoras e pagos pelos consumidores não terão aumento”, informou o comunicado.
Desde novembro do ano passado, o litro da gasolina pagava R$ 0,091 de Cide. Para o óleo diesel, a alíquota era R$ 0,047 por litro. Durante a semana, tanto o governo quanto a Petrobras davam indícios de que o reajuste estava próximo. A presidente da empresa, Graça Foster afirmou na quinta-feira que o aumento era necessário para que uma empresa que “investe o que a Petrobras vai investir nos próximos cinco anos”.
Também na quinta-feira, durante a Rio+20, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão admitiu que o governo estava estudando o reajuste, mas que não havia data definida e que o impacto do aumento da inflação preocupava. Ele descartava o uso da Cide para compensar o reajuste
“A gente vai avaliando, estudando o cálculo do impacto possível na inflação. Esgota-se com isso a Cide”, disse o ministro.
A Petrobras divulgou na semana passada um plano de negócios com investimentos de US$ 236,5 milhões para o período 2012/2016, contando com reajuste nos preços dos combustíveis para torná-lo viável.
O FLUMINENSE
“Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da Companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, diz a Petrobras em nota.
O aumento, no entanto, não terá impacto sobre o preço nas bombas porque a equipe econômica do governo decidiu zerar a alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para os dois combustíveis. Em nota oficial, o Ministério da Fazenda anunciou a diminuição do imposto para evitar que o aumento chegue aos consumidores e afete a inflação. A pasta não informou o impacto da desoneração sobre os cofres públicos.
“Para neutralizar os impactos dos reajustes dos preços da gasolina e do diesel anunciados pela Petrobras, o governo federal decidiu reduzir a zero as alíquotas da Cide incidente na comercialização destes combustíveis. Dessa forma, os preços, com impostos, cobrados das distribuidoras e pagos pelos consumidores não terão aumento”, informou o comunicado.
Desde novembro do ano passado, o litro da gasolina pagava R$ 0,091 de Cide. Para o óleo diesel, a alíquota era R$ 0,047 por litro. Durante a semana, tanto o governo quanto a Petrobras davam indícios de que o reajuste estava próximo. A presidente da empresa, Graça Foster afirmou na quinta-feira que o aumento era necessário para que uma empresa que “investe o que a Petrobras vai investir nos próximos cinco anos”.
Também na quinta-feira, durante a Rio+20, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão admitiu que o governo estava estudando o reajuste, mas que não havia data definida e que o impacto do aumento da inflação preocupava. Ele descartava o uso da Cide para compensar o reajuste
“A gente vai avaliando, estudando o cálculo do impacto possível na inflação. Esgota-se com isso a Cide”, disse o ministro.
A Petrobras divulgou na semana passada um plano de negócios com investimentos de US$ 236,5 milhões para o período 2012/2016, contando com reajuste nos preços dos combustíveis para torná-lo viável.
O FLUMINENSE
Nenhum comentário:
Postar um comentário