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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Casada há mais de 40 anos com Rick, viúva se despede do cantor: 'Não sei como continuar sem você'

 Geralda Helena, esposa de Rick, morto em um acidente de helicóptero na terça-feira (22), usou seu perfil nas redes sociais para publicar um texto de despedida ao marido nesta quarta-feira (23). Casada há 42 anos com o cantor, ela abriu o coração e relembrou todos os anos de relacionamento.

"Você conheceu a menina que eu fui e a mulher que me tornei. Esteve ao meu lado por praticamente toda a minha vida. Por isso, hoje eu não sei como será continuar sem você. [...] Hoje me despeço do meu marido, do meu companheiro e do amor da minha vida. Mas jamais me despeço do nosso amor", declarou.

Rick morreu na segunda-feira (21) após o helicóptero em que viajava sofrer um acidente na serra de Santa Catarina. Na aeronave também estavam o empresário Bruno Avelar e outros três ocupantes. Não houve sobreviventes.

Batizado de Geraldo Antônio de Carvalho, o artista construiu não apenas uma carreira de sucesso na música sertaneja, mas também uma família que frequentemente aparecia em momentos especiais de sua vida. Rick teve dois filhos, Mônica e Victor Henrique, fruto de seu relacionamento de mais de três décadas com Geralda Helena Carvalho, com quem oficializou a união em uma cerimônia realizada em Aparecida, no interior de São Paulo, em 2015.

O filho caçula do casal também usou as redes sociais para prestar uma homenagem ao pai após a morte do cantor, aos 59 anos. Victor Henrique compartilhou nos Stories do Instagram uma publicação sobre luto e despedida, emocionando seguidores. Veja!

Leia a homenagem da viúva de Rick na íntegra.

"Como eu me despeço de você depois de 42 anos?

Nós éramos praticamente dois adolescentes quando nossa história começou. Começamos em meio às dificuldades, sem saber o que a vida nos reservava, mas sempre tivemos um ao outro.

Crescemos juntos, enfrentamos momentos difíceis, comemoramos conquistas e construímos o nosso maior presente: uma família linda, com nossos dois filhos e nossos quatro netos.

Você conheceu a menina que eu fui e a mulher que me tornei. Esteve ao meu lado por praticamente toda a minha vida. Por isso, hoje eu não sei como será continuar sem você.

Só te peço que, de onde estiver, continue cuidando de mim. Me dê forças, me guie e me ajude a suportar a saudade e a aprender a viver com a sua ausência.

Vou buscar forças na nossa família e em tudo o que construímos juntos, porque sei que em cada um deles sempre haverá um pedaço de você.

Hoje me despeço do meu marido, do meu companheiro e do amor da minha vida. Mas jamais me despeço do nosso amor.

Obrigada pelos nossos 42 anos, pela nossa família e por uma vida inteira ao meu lado.

Vá em paz, meu amor. E continue cuidando de mim daí.

O meu amor por você será eterno. 🤍"

FONTE: gshow - Cultura Pop

'Colidiu frontalmente com frente fria': condições meteorológicas podem ter contribuído para queda de helicóptero de Rick, diz especialista

 

As condições meteorológicas podem ter contribuído para a queda do helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla com Renner, e outros quatro passageiros numa região do Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina. Nesta terça-feira, a aeronave foi encontrada pelas autoridades cerca de 24 horas depois de ter perdido o sinal. Todos que estavam a bordo morreram.

Rick e mais quatro: Saiba quem são as vítimas da queda do helicóptero em Santa Catarina

'Completamente destruído': Piloto dos bombeiros de SC descreve como estava helicóptero com cantor Rick

A região onde o helicóptero caiu estava sob um alerta vermelho de “grande perigo” do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para tempestades, com risco de chuvas superiores a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros em um dia, ventos com velocidade superior a 100 km/h e queda de granizo.

Para Eduardo Pellizzaro, piloto comercial, especialista em Segurança Operacional pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e pesquisador aeronáutico, é muito provável que as condições meteorológicas tenham desempenhado um papel no acidente, embora apenas a investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) consiga determinar o quanto exatamente influenciaram a queda:

— Havia o deslocamento de uma frente fria muito intensa naquela região, entre a serra catarinense e o litoral. Vimos que muitas aeronaves fizeram longos desvios para contornar essa formação, mas tudo indica que o helicóptero colidiu frontalmente com a frente fria. Agora cabe à investigação do Cenipa entender o quanto isso influenciou o acidente. Mas são sempre vários fatores numa cadeia de eventos que leva a um acidente.

O especialista explica ainda que a situação pode ter contribuído para a perda de sinal da aeronave. Alguns sistemas que poderiam ter sido acionados para alertar um cenário de emergência não foram, o que significa que o helicóptero provavelmente "se acidentou às cegas", continua:

— Existem alguns sistemas diferentes que atuam na geolocalização de uma aeronave. Quando ela voa normalmente, ela emite um sinal que se chama transponder, que dá a identificação de altura, velocidade, direção que está indo. Mas é preciso ter um radar em solo para receber essas informações. Porém, nessa situação, se a aeronave tiver descido por conta das condições do tempo, voando em meio aos vales, isso pode ter influenciado na não recepção do radar que fica na região do Morro da Igreja, relativamente próximo ao acidente.

O empresário e caçador de javalis Marcos Daniel Valadares, de 42 anos, que auxiliou nas buscas devido ao conhecimento sobre a geografia da área, conta que, no momento do desaparecimento, por volta das 13h da segunda-feira, ainda não chovia na área, mas que logo depois o tempo fechou:

— Durante esse período em que eles estavam sobrevoando, a nossa visão aqui de baixo estava de um tempo bom, que piorou mais tarde. Mas lá em cima não sabemos como estava. De repente o temporal já estava se preparando, mas no período do desaparecimento ainda não estava chovendo.

FONTE: O Globo Brasil

Por Bernardo Yoneshigue

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

12º BPM apreende 39 fuzis e supera Bope em 2026

O 12º Batalhão de Polícia Militar, responsável pelo policiamento de Niterói e Maricá, apreendeu 39 fuzis entre 1º de janeiro e 17 de setembro de 2026. O número é oito armas superior ao total registrado pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) no mesmo período, que contabilizou 31.

Os dados constam de levantamento divulgado pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e mostram o 12º BPM entre as unidades de área com maior número de apreensões de armamento pesado no estado neste ano.

Batalhões de área concentram apreensões

Segundo o balanço, o 41º BPM, de Irajá, aparece na primeira posição, com 99 fuzis apreendidos. Em seguida estão o 18º BPM, de Jacarepaguá, com 54, e o 14º BPM, de Bangu, com 53. O 12º BPM aparece logo depois, com 39, à frente do 15º BPM, de Duque de Caxias, que soma 37.

No conjunto do estado, a Polícia Militar informou a apreensão de 563 fuzis até 17 de setembro. No mesmo intervalo de 2025, haviam sido retiradas de circulação 484 armas desse tipo, uma diferença de 79 fuzis.

Dado exige leitura cuidadosa

O volume de apreensões indica intensa atuação policial e retirada de armamento de alto poder ofensivo das ruas, mas não deve ser interpretado isoladamente como sinal de melhora ou piora da segurança. O número também evidencia a presença dessas armas nos territórios atendidos pelas unidades.

Em Niterói e Maricá, o resultado coloca o 12º BPM em posição de destaque entre os batalhões de área. A comparação com outras unidades ajuda a dimensionar a circulação de fuzis e o peso das ações de apreensão no combate a grupos armados.

Os números foram divulgados em levantamento repercutido por O Dia, com base em dados da Secretaria de Estado de Polícia Militar.

FONTE: Jornal O Fluminense

Criança de 3 anos é atacada por pitbull em São Gonçalo

 

Uma criança de apenas 3 anos precisou passar por cirurgia após ser atacada por um cachorro da raça pitbull no bairro Vista Alegre, em São Gonçalo. O menino sofreu ferimentos graves no olho direito e na boca e foi encaminhado ao Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), onde permanece sob acompanhamento médico. Segundo informações divulgadas pela unidade, o estado de saúde é estável.

O ataque aconteceu quando a mãe voltava para casa com os filhos depois de matricular o menino e um dos irmãos em uma escola municipal da região. Durante o trajeto, o cachorro avançou sobre a família. O animal estava com uma corrente presa ao pescoço.

A mãe relatou que precisou segurar a corrente e conter o cachorro enquanto gritava para que as crianças corressem. Um homem que estava próximo ajudou a família. Ferido, o menino foi levado inicialmente para a UMPA de Santa Luzia. Por causa da gravidade das lesões, acabou transferido para o centro de trauma do HEAT.

No hospital, equipes de cirurgia geral, neurocirurgia, pediatria e cirurgia bucomaxilofacial participaram do atendimento. A criança passou por procedimento cirúrgico e posteriormente voltou a ser avaliada pelos setores de pediatria e oftalmologia.

O caso chama atenção também pelos números registrados na unidade. Somente em 2026, o Hospital Estadual Alberto Torres já atendeu 25 crianças vítimas de ataques de cachorros, segundo dados divulgados pelo hospital.

O HEAT é uma unidade de urgência e emergência de média e alta complexidade localizada em São Gonçalo. A estrutura inclui atendimento pediátrico, oftalmológico, odontológico, centro cirúrgico e unidades de terapia intensiva, entre outros serviços.

Em declaração divulgada por O Dia, o cirurgião bucomaxilofacial Jonathan Ribeiro, do hospital, chamou atenção para a gravidade que mordeduras podem alcançar em crianças. Segundo o especialista, casos mais severos podem provocar hemorragias, perda de tecido, fraturas na face e sequelas que afetam funções como fala e deglutição.

Após a cirurgia, o menino conseguiu se alimentar no leito acompanhado da mãe e chegou a visitar a brinquedoteca da unidade. A evolução é acompanhada pelas equipes médicas.

O episódio em Vista Alegre reforça a necessidade de atenção à guarda e contenção de cães de grande porte, principalmente em locais onde há circulação de crianças. O foco, nesses casos, é impedir que animais tenham acesso sem controle a vias e espaços frequentados por moradores.

FONTE: Jornal O Fluminense

Defesa Civil emite alerta de vento forte para o Rio; Jardim Botânico fecha temporariamente

 

A Defesa Civil emitiu na manhã desta segunda-feira (21) um alerta de vento forte para o município do Rio de Janeiro. Por causa das rajadas, o Jardim Botânico fechou temporariamente. Também há previsão de chuva.

Segundo a Climatempo, as rajadas podem variar entre 50 km/h e 70 km/h nesta segunda, mas devem ficar ainda mais intensas na terça (22), quando há previsão de ventos de até 80 km/h acompanhando áreas de chuva moderada a forte.

A segunda-feira começou com tempo abafado e aumento de nebulosidade. De acordo com a previsão, há possibilidade de chuva fraca e isolada durante a manhã em parte do estado. À tarde, a chuva perde força, mas retorna à noite em forma de pancadas que podem vir acompanhadas de raios.

No meio da manhã, uma árvore caiu no Colégio Alfa CEM Bilíngue, na Rua Macedo Sobrinho, no Humaitá, na Zona Sul. O tronco atingiu uma residência vizinha à escola. Não há informações de feridos.

Apesar da instabilidade, as temperaturas seguem elevadas. Na capital, a máxima prevista é de 33°C.

A situação exige atenção maior na terça, data em que começa oficialmente a primavera, às 21h05. A aproximação de uma frente fria manterá o calor e o tempo abafado, com previsão de máxima de 32°C na cidade do Rio.

Segundo a Climatempo, a chuva deve chegar às regiões mais ao sul do estado ainda pela manhã e avançar para a Região Metropolitana no fim da manhã. Durante a tarde e a noite, os temporais podem ganhar força e vir acompanhados de raios e rajadas de vento de até 80 km/h.

Passagem de frente fria

A passagem da frente fria manterá o tempo fechado na quarta-feira (23) e na quinta-feira (24). A previsão é de céu encoberto e chuva persistente, com queda nas temperaturas. Na capital, os termômetros devem registrar máximas em torno de 22°C na quarta e 21°C na quinta.

Na sexta-feira (25), o sol volta a aparecer entre nuvens. Ainda há previsão de chuva fraca e isolada durante a madrugada, mas o tempo tende a melhorar ao longo do dia, com temperaturas voltando a subir.

O mar também ficará agitado nos próximos dias. A Climatempo prevê ondas entre 2 e 2,5 metros de altura no litoral fluminense.

Recomendações

Em caso de ventos fortes, a orientação é evitar abrigo sob árvores, coberturas metálicas, outdoors, andaimes e cabos elétricos.

Em casa, a recomendação é manter janelas fechadas e proteger ambientes contra possíveis estilhaços em caso de quebra de vidros.

Também é indicado evitar atividades ao ar livre e esportes no mar durante os períodos de maior intensidade dos ventos.

FONTE:  TV Globo e g1 Rio

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Aluna é atacada por enxame de abelhas na porta da escola, em MG. Saiba o que fazer!

 

Uma aluna de 12 anos comoveu a web após ser atacada por um enxame de abelhas na frente de uma escola municipal em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). O caso ocorreu na última segunda-feira (14) e repercutiu nas redes sociais. O motociclista Vinícius Matins de Paulo registrou o momento em que ajudou a menina.

Ela estava em completo choque, sem conseguir se mover enquanto as abelhas a picavam. Assim que viu a situação, o motociclista desceu da moto e tentou dispersar as abelhas com ajuda de um desodorante que tinha guardado. Em seguida, puxou a jovem pelo tecido da calça e a afastou do enxame.

Eles foram correndo até a escola, pedindo ajuda. As professoras usaram uma mangueira para afastar as abelhas. Pouco depois, a garota foi levada ao hospital. Vinicius levou 40 picadas, mas ficou aliviado por ter conseguido ajudar a menina.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a colmeia teria caído de uma árvore próximo a entrada da Escola Municipal do Jardim Montreal. Além da jovem de 12 anos, outras pessoas foram atacadas e precisaram ser socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O enxame acabou que se espalhou e a Polícia Militar foi acionada para ajudar a isolar a área afetada. A noite, a situação já havia sido controlada.

O que fazer em caso de ataque de enxame de abelhas?

Vinicius publicou um vídeo no Instagram mostrando o momento do resgate da menina e viralizou, alcançando quase 30 milhões de comentários e mais de 100 mil comentários. Muitos internautas elogiaram a postura do motociclista. Já outros questionaram se ele agiu da melhor maneira.

Segundo o biólogo Fabiano Soares, especialista em controle de pragas urbanas, as atitudes dele foram corretas. "De acordo com a situação, ele agiu bem. Ele a conduziu para saída do centro do acidente. Claro que desodorante não repele insetos… Mas, de alguma maneira deve ter desorientado algumas abelhas", afirma.

Saiba o que fazer em caso de um ataque de enxame de abelhas, de acordo com orientações do especialista:

Corra o mais rápido possível, em zigue-zague

Sempre proteja a cabeça e o pescoço

Procure um abrigo fechado, como carro ou casa

Não bata nas abelhas, pois faz com que elas liberem mais feromônios - substâncias que atraem outras abelhas

Não fique parado esperando o enxame ir embora

Não jogue água, pode deixar as abelhas ainda mais agressivas

Em caso de picada, é preciso agir rápido:

Remova o ferrão utilizando um cartão ou cartela rígida, para não liberar mais veneno

Lave o local com água e sabão

Faça uma compressa fria por cerca de 10 a 20 minutos para ajudar a diminuir a dor e o inchaço

Vermelhidão e inchaço são normais, mas procure atendimento médico em caso de dificuldade para respirar, inchaço no rosto, boca ou garganta, tontura, vômitos, desmaio ou outros sinais de reação alérgica grave

No caso de várias ferroadas, é importante buscar atendimento médico o quanto antes

FONTE: g1 - Crescer

Por Amanda Moraes

Reencontro de Paolla Oliveira e Diogo Nogueira tem abraço apertado, risadas e troca de olhares; veja

 

Diogo Nogueira, de 45 anos, mostrou como foram os bastidores do seu reencontro com sua ex-namorada, Paolla Oliveira, de 44, para a gravação de uma campanha publicitária. O cantor e a atriz viveram um relacionamento de quase cinco anos e o namoro chegou ao fim em dezembro de 2025, para a tristeza dos fãs.

Nas imagens divulgadas pelo sambista, é possível ver que Paolla foi cumprimentá-lo no camarim no qual ele estava sendo maquiado. Diogo estava sem camisa e abraçou a atriz com força. Depois, eles leram o roteiro do comercial juntos e bateram um papo sorridentes enquanto caminhavam juntos até o local em que iam gravar.

O momento da gravação foi totalmente descontraído e cheio de risadas entre Paolla e Diogo. No vídeo de bastidores, o cantor colocou de fundo a música Flor de Caña, que ele compôs para a atriz quando ainda estavam juntos.

A canção diz o seguinte: "Abri a janela, um raio de sol invadiu minha casa. Um anjo sem asa, é ela. A bela e a fera. Enredo do samba da Vila Matilde, Nenê. Eu canto você, Portela. Vou levar em Madureira. Vou levar lá na favela. Vou levar no Cacique de Ramos. Oh, ela vai conhecer meus amigos e manos, que é pra ela me conhecer. E nessa novela passei de bandido a protagonista. Surfista no flow, sambista. Artista do front. Por mais que eu conte ninguém acredita, é a mais bonita, bonita. O meu santo se assanha. Perfume da minha flor de caña".

Nas redes sociais, fãs ficaram enlouquecidos ao ver o ex-casal junto. "Eu tô em choque", comentou Patrícia Ramos. "Não acredito que fui iludida por um milésimo de segundo", brincou uma pessoa. "Que lindos! Amo uma maturidade", disse outra. "Coração chega errou as batidas", acrescentou mais uma.

FONTE: g1 - Quem

Por William Amorim

Recém-nascida morre de infecção quatro dias após a mãe no Rio; polícia investiga se houve negligência em parto

 A recém-nascida filha da mulher que morreu 5 dias após o parto faleceu na manhã desta quinta-feira (17). A bebê estava internada na UTI neonatal do Hospital Municipal Albert Schweitzer desde o final da tarde desta terça-feira (15), dois dias após a morte da mãe, também com infecção.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, "apesar de receber todos os cuidados indicados e de todo o esforço da equipe médica, o bebê não resistiu e faleceu na manhã de hoje (17)."

Jessica Duarte Gonçalves morreu cinco dias depois de dar à luz a terceira filha no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Ela começou a apresentar fortes dores abdominais e, segundo a família, recebeu alta da unidade ainda com os sintomas.

A causa da morte da mãe foi em decorrência de choque misto, coagulação intravascular disseminada (CID), sepse puerperal e atonia uterina, que é quando o útero não se contrai adequadamente após o parto.

A bebê Jade estava internada com infecção. Nesta quinta, o pai foi chamado ao hospital para fazer exames após apresentar febre.

Jéssica deu entrada no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro no dia 8 de setembro para o nascimento da terceira filha. Segundo o marido, Jonathan Vieira de Moura, a gravidez havia transcorrido sem complicações e o parto foi normal.

A bebê, Jade, nasceu saudável, com quase quatro quilos. Depois do parto, no entanto, Jéssica começou a reclamar de fortes dores abdominais.

Segundo Jonathan, a mulher não passou por exames de imagem para investigar a causa das dores. Ele afirma que ela recebeu soro e dipirona.

“Olharam minha mulher e falaram assim: bota ela no soro e dá dipirona. E fizeram isso nela. Entrou uma senhora na sala, olhou ela, enfiou a mão nela e começou a tirar umas coisas, coágulo. Aí falou para ela assim: ‘Nossa, deixaram isso dentro de você?’. E nada de melhorar, a dor piorando, piorando. Médica foi, bateu na barriga dela, falou que era gases”, contou o marido.

Mesmo com as dores e a barriga inchada, segundo a família, Jéssica recebeu alta 48 horas após o parto.

Volta ao hospital

Jonathan contou que, cerca de uma hora depois de chegar em casa, os sintomas da mulher pioraram. Ele decidiu levá-la novamente ao Hospital da Mulher Mariska Ribeiro.

Segundo o marido, Jéssica chegou em estado grave e precisou ser intubada. Desesperado, ele gravou uma conversa com uma funcionária da unidade.

“Ela está com um quadro de infecção e essa infecção está se generalizando”, disse a funcionária, segundo a gravação feita pelo marido.

Jéssica foi transferida para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, também na Zona Oeste, onde passou por uma cirurgia para retirada do útero e dos ovários.

Ela morreu no domingo (13), aos 28 anos.

Segundo o atestado de óbito, Jéssica morreu em decorrência de choque misto, coagulação intravascular disseminada (CID), sepse puerperal e atonia uterina, que é quando o útero não se contrai adequadamente após o parto.

A Polícia Civil investiga se houve negligência no atendimento prestado à mulher.

Hospital nega falta de avaliação

Em nota, o Hospital da Mulher Mariska Ribeiro informou que Jéssica passou por todas as avaliações indicadas para o pós-parto e apresentava boas condições gerais.

Segundo a unidade, ela recebeu alta 48 horas depois do parto, “sem queixas que indicassem sinal de gravidade”.

O marido contesta a versão.

“Isso é mentira. Ela não melhorou. Por que não fizeram os exames que tinham que ser feitos na hora, quando ela estava após o parto sentindo muita dor?”, questionou Jonathan.

Desde terça-feira (15), o RJ2 questiona a Secretaria Municipal de Saúde sobre o motivo de não ter sido realizado exame de imagem para investigar as dores intensas relatadas pelo marido antes da alta. Até a última atualização desta reportagem, a secretaria não havia respondido.

FONTE: g1 Rio e TV Globo 

Por Mônica Teixeira, Karol Caparelli, Thaís Espírito Santo

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Lembra dele? Veja como ficou menino conhecido por fumar 40 cigarros por dia aos 2 anos na Indonésia

 

Ardi Rizal ganhou repercussão internacional ainda criança, em 2010, quando um vídeo publicado no YouTube mostrou o menino, então com cerca de um ano e meio, caminhando de fraldas enquanto fumava. O caso chamou atenção pela intensidade do vício: Ardi chegava a consumir até 40 cigarros por dia.

O menino vivia na aldeia de Teluk Kemang, no sul de Sumatra, na Indonésia, onde sua mãe, Diana, trabalhava vendendo peixes. Ainda muito pequeno, Ardi começou a recolher cigarros na praça da região depois de observar outras pessoas fumando. Em entrevista ao The Sydney Morning Herald em 2017, foi relatado que o primeiro cigarro havia sido dado a ele pelo próprio pai.

A tentativa de interromper o vício

A dependência de Ardi se tornou tão grave que levou à intervenção do Ministério do Empoderamento da Mulher e da Proteção Infantil da Indonésia. A ampla repercussão das imagens também provocou críticas à mãe, acusada de permitir que o filho fumasse e de contribuir para o início de seu problema de obesidade.

A família tentou interromper o consumo de cigarros, mas encontrou dificuldades diante das reações apresentadas pela criança. Quando o cigarro era retirado, Ardi tinha acessos de raiva e chegava a bater a cabeça.

Diante da dificuldade de controlar a dependência, os pais buscaram ajuda profissional. Três anos depois do início da repercussão do caso, Ardi começou um processo de reabilitação conduzido pelo psicólogo infantil Seto Mulyadi.

A interrupção do consumo de tabaco provocou em Ardi um quadro intenso de ansiedade, que passou a ser compensado pela alimentação. Aos dois anos, ele já apresentava problemas relacionados ao peso, que se agravaram nos anos seguintes.

Aos cinco anos, Ardi pesava 24 quilos, cerca de seis quilos acima do peso médio indicado para uma criança de sua altura e idade. A quantidade de comida consumida também era elevada. Em uma única refeição, ele podia comer três coxas de frango, duas tigelas de sopa de almôndegas e uma lata de leite condensado.

O comportamento alimentar continuou até a entrada na escola. Depois, Ardi passou a reduzir as porções porque sofria provocações dos colegas pela quantidade de comida que levava na lancheira.

Como está Ardi atualmente

Mais de 15 anos depois de sua história viralizar, Ardi é considerado como uma das pessoas mais jovens a conseguir superar o vício em cigarros. Em 2022, aos 14 anos, ele frequentava a escola primária e seguia uma dieta rigorosa baseada em peixes e verduras para buscar um peso considerado adequado.

Ardi também passou a conceder entrevistas para falar sobre a própria experiência. Nessas ocasiões, alerta sobre a dificuldade de abandonar vícios e promove hábitos de vida saudáveis.

O caso de Ardi está em um contexto mais amplo sobre os efeitos da dependência do tabaco. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo provoca mais de oito milhões de mortes por ano.

Desse total, cerca de 1,2 milhão correspondem a pessoas expostas à fumaça de terceiros.

FONTE: O Globo - Saúde

Casada há mais de 40 anos com Rick, viúva se despede do cantor: 'Não sei como continuar sem você'

  Geralda Helena , esposa de Rick , morto em um acidente de helicóptero na terça-feira (22), usou seu perfil nas redes sociais para publicar...