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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Aluna é atacada por enxame de abelhas na porta da escola, em MG. Saiba o que fazer!

 

Uma aluna de 12 anos comoveu a web após ser atacada por um enxame de abelhas na frente de uma escola municipal em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). O caso ocorreu na última segunda-feira (14) e repercutiu nas redes sociais. O motociclista Vinícius Matins de Paulo registrou o momento em que ajudou a menina.

Ela estava em completo choque, sem conseguir se mover enquanto as abelhas a picavam. Assim que viu a situação, o motociclista desceu da moto e tentou dispersar as abelhas com ajuda de um desodorante que tinha guardado. Em seguida, puxou a jovem pelo tecido da calça e a afastou do enxame.

Eles foram correndo até a escola, pedindo ajuda. As professoras usaram uma mangueira para afastar as abelhas. Pouco depois, a garota foi levada ao hospital. Vinicius levou 40 picadas, mas ficou aliviado por ter conseguido ajudar a menina.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a colmeia teria caído de uma árvore próximo a entrada da Escola Municipal do Jardim Montreal. Além da jovem de 12 anos, outras pessoas foram atacadas e precisaram ser socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O enxame acabou que se espalhou e a Polícia Militar foi acionada para ajudar a isolar a área afetada. A noite, a situação já havia sido controlada.

O que fazer em caso de ataque de enxame de abelhas?

Vinicius publicou um vídeo no Instagram mostrando o momento do resgate da menina e viralizou, alcançando quase 30 milhões de comentários e mais de 100 mil comentários. Muitos internautas elogiaram a postura do motociclista. Já outros questionaram se ele agiu da melhor maneira.

Segundo o biólogo Fabiano Soares, especialista em controle de pragas urbanas, as atitudes dele foram corretas. "De acordo com a situação, ele agiu bem. Ele a conduziu para saída do centro do acidente. Claro que desodorante não repele insetos… Mas, de alguma maneira deve ter desorientado algumas abelhas", afirma.

Saiba o que fazer em caso de um ataque de enxame de abelhas, de acordo com orientações do especialista:

Corra o mais rápido possível, em zigue-zague

Sempre proteja a cabeça e o pescoço

Procure um abrigo fechado, como carro ou casa

Não bata nas abelhas, pois faz com que elas liberem mais feromônios - substâncias que atraem outras abelhas

Não fique parado esperando o enxame ir embora

Não jogue água, pode deixar as abelhas ainda mais agressivas

Em caso de picada, é preciso agir rápido:

Remova o ferrão utilizando um cartão ou cartela rígida, para não liberar mais veneno

Lave o local com água e sabão

Faça uma compressa fria por cerca de 10 a 20 minutos para ajudar a diminuir a dor e o inchaço

Vermelhidão e inchaço são normais, mas procure atendimento médico em caso de dificuldade para respirar, inchaço no rosto, boca ou garganta, tontura, vômitos, desmaio ou outros sinais de reação alérgica grave

No caso de várias ferroadas, é importante buscar atendimento médico o quanto antes

FONTE: g1 - Crescer

Por Amanda Moraes

Reencontro de Paolla Oliveira e Diogo Nogueira tem abraço apertado, risadas e troca de olhares; veja

 

Diogo Nogueira, de 45 anos, mostrou como foram os bastidores do seu reencontro com sua ex-namorada, Paolla Oliveira, de 44, para a gravação de uma campanha publicitária. O cantor e a atriz viveram um relacionamento de quase cinco anos e o namoro chegou ao fim em dezembro de 2025, para a tristeza dos fãs.

Nas imagens divulgadas pelo sambista, é possível ver que Paolla foi cumprimentá-lo no camarim no qual ele estava sendo maquiado. Diogo estava sem camisa e abraçou a atriz com força. Depois, eles leram o roteiro do comercial juntos e bateram um papo sorridentes enquanto caminhavam juntos até o local em que iam gravar.

O momento da gravação foi totalmente descontraído e cheio de risadas entre Paolla e Diogo. No vídeo de bastidores, o cantor colocou de fundo a música Flor de Caña, que ele compôs para a atriz quando ainda estavam juntos.

A canção diz o seguinte: "Abri a janela, um raio de sol invadiu minha casa. Um anjo sem asa, é ela. A bela e a fera. Enredo do samba da Vila Matilde, Nenê. Eu canto você, Portela. Vou levar em Madureira. Vou levar lá na favela. Vou levar no Cacique de Ramos. Oh, ela vai conhecer meus amigos e manos, que é pra ela me conhecer. E nessa novela passei de bandido a protagonista. Surfista no flow, sambista. Artista do front. Por mais que eu conte ninguém acredita, é a mais bonita, bonita. O meu santo se assanha. Perfume da minha flor de caña".

Nas redes sociais, fãs ficaram enlouquecidos ao ver o ex-casal junto. "Eu tô em choque", comentou Patrícia Ramos. "Não acredito que fui iludida por um milésimo de segundo", brincou uma pessoa. "Que lindos! Amo uma maturidade", disse outra. "Coração chega errou as batidas", acrescentou mais uma.

FONTE: g1 - Quem

Por William Amorim

Recém-nascida morre de infecção quatro dias após a mãe no Rio; polícia investiga se houve negligência em parto

 A recém-nascida filha da mulher que morreu 5 dias após o parto faleceu na manhã desta quinta-feira (17). A bebê estava internada na UTI neonatal do Hospital Municipal Albert Schweitzer desde o final da tarde desta terça-feira (15), dois dias após a morte da mãe, também com infecção.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, "apesar de receber todos os cuidados indicados e de todo o esforço da equipe médica, o bebê não resistiu e faleceu na manhã de hoje (17)."

Jessica Duarte Gonçalves morreu cinco dias depois de dar à luz a terceira filha no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Ela começou a apresentar fortes dores abdominais e, segundo a família, recebeu alta da unidade ainda com os sintomas.

A causa da morte da mãe foi em decorrência de choque misto, coagulação intravascular disseminada (CID), sepse puerperal e atonia uterina, que é quando o útero não se contrai adequadamente após o parto.

A bebê Jade estava internada com infecção. Nesta quinta, o pai foi chamado ao hospital para fazer exames após apresentar febre.

Jéssica deu entrada no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro no dia 8 de setembro para o nascimento da terceira filha. Segundo o marido, Jonathan Vieira de Moura, a gravidez havia transcorrido sem complicações e o parto foi normal.

A bebê, Jade, nasceu saudável, com quase quatro quilos. Depois do parto, no entanto, Jéssica começou a reclamar de fortes dores abdominais.

Segundo Jonathan, a mulher não passou por exames de imagem para investigar a causa das dores. Ele afirma que ela recebeu soro e dipirona.

“Olharam minha mulher e falaram assim: bota ela no soro e dá dipirona. E fizeram isso nela. Entrou uma senhora na sala, olhou ela, enfiou a mão nela e começou a tirar umas coisas, coágulo. Aí falou para ela assim: ‘Nossa, deixaram isso dentro de você?’. E nada de melhorar, a dor piorando, piorando. Médica foi, bateu na barriga dela, falou que era gases”, contou o marido.

Mesmo com as dores e a barriga inchada, segundo a família, Jéssica recebeu alta 48 horas após o parto.

Volta ao hospital

Jonathan contou que, cerca de uma hora depois de chegar em casa, os sintomas da mulher pioraram. Ele decidiu levá-la novamente ao Hospital da Mulher Mariska Ribeiro.

Segundo o marido, Jéssica chegou em estado grave e precisou ser intubada. Desesperado, ele gravou uma conversa com uma funcionária da unidade.

“Ela está com um quadro de infecção e essa infecção está se generalizando”, disse a funcionária, segundo a gravação feita pelo marido.

Jéssica foi transferida para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, também na Zona Oeste, onde passou por uma cirurgia para retirada do útero e dos ovários.

Ela morreu no domingo (13), aos 28 anos.

Segundo o atestado de óbito, Jéssica morreu em decorrência de choque misto, coagulação intravascular disseminada (CID), sepse puerperal e atonia uterina, que é quando o útero não se contrai adequadamente após o parto.

A Polícia Civil investiga se houve negligência no atendimento prestado à mulher.

Hospital nega falta de avaliação

Em nota, o Hospital da Mulher Mariska Ribeiro informou que Jéssica passou por todas as avaliações indicadas para o pós-parto e apresentava boas condições gerais.

Segundo a unidade, ela recebeu alta 48 horas depois do parto, “sem queixas que indicassem sinal de gravidade”.

O marido contesta a versão.

“Isso é mentira. Ela não melhorou. Por que não fizeram os exames que tinham que ser feitos na hora, quando ela estava após o parto sentindo muita dor?”, questionou Jonathan.

Desde terça-feira (15), o RJ2 questiona a Secretaria Municipal de Saúde sobre o motivo de não ter sido realizado exame de imagem para investigar as dores intensas relatadas pelo marido antes da alta. Até a última atualização desta reportagem, a secretaria não havia respondido.

FONTE: g1 Rio e TV Globo 

Por Mônica Teixeira, Karol Caparelli, Thaís Espírito Santo

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Lembra dele? Veja como ficou menino conhecido por fumar 40 cigarros por dia aos 2 anos na Indonésia

 

Ardi Rizal ganhou repercussão internacional ainda criança, em 2010, quando um vídeo publicado no YouTube mostrou o menino, então com cerca de um ano e meio, caminhando de fraldas enquanto fumava. O caso chamou atenção pela intensidade do vício: Ardi chegava a consumir até 40 cigarros por dia.

O menino vivia na aldeia de Teluk Kemang, no sul de Sumatra, na Indonésia, onde sua mãe, Diana, trabalhava vendendo peixes. Ainda muito pequeno, Ardi começou a recolher cigarros na praça da região depois de observar outras pessoas fumando. Em entrevista ao The Sydney Morning Herald em 2017, foi relatado que o primeiro cigarro havia sido dado a ele pelo próprio pai.

A tentativa de interromper o vício

A dependência de Ardi se tornou tão grave que levou à intervenção do Ministério do Empoderamento da Mulher e da Proteção Infantil da Indonésia. A ampla repercussão das imagens também provocou críticas à mãe, acusada de permitir que o filho fumasse e de contribuir para o início de seu problema de obesidade.

A família tentou interromper o consumo de cigarros, mas encontrou dificuldades diante das reações apresentadas pela criança. Quando o cigarro era retirado, Ardi tinha acessos de raiva e chegava a bater a cabeça.

Diante da dificuldade de controlar a dependência, os pais buscaram ajuda profissional. Três anos depois do início da repercussão do caso, Ardi começou um processo de reabilitação conduzido pelo psicólogo infantil Seto Mulyadi.

A interrupção do consumo de tabaco provocou em Ardi um quadro intenso de ansiedade, que passou a ser compensado pela alimentação. Aos dois anos, ele já apresentava problemas relacionados ao peso, que se agravaram nos anos seguintes.

Aos cinco anos, Ardi pesava 24 quilos, cerca de seis quilos acima do peso médio indicado para uma criança de sua altura e idade. A quantidade de comida consumida também era elevada. Em uma única refeição, ele podia comer três coxas de frango, duas tigelas de sopa de almôndegas e uma lata de leite condensado.

O comportamento alimentar continuou até a entrada na escola. Depois, Ardi passou a reduzir as porções porque sofria provocações dos colegas pela quantidade de comida que levava na lancheira.

Como está Ardi atualmente

Mais de 15 anos depois de sua história viralizar, Ardi é considerado como uma das pessoas mais jovens a conseguir superar o vício em cigarros. Em 2022, aos 14 anos, ele frequentava a escola primária e seguia uma dieta rigorosa baseada em peixes e verduras para buscar um peso considerado adequado.

Ardi também passou a conceder entrevistas para falar sobre a própria experiência. Nessas ocasiões, alerta sobre a dificuldade de abandonar vícios e promove hábitos de vida saudáveis.

O caso de Ardi está em um contexto mais amplo sobre os efeitos da dependência do tabaco. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo provoca mais de oito milhões de mortes por ano.

Desse total, cerca de 1,2 milhão correspondem a pessoas expostas à fumaça de terceiros.

FONTE: O Globo - Saúde

Florence Pugh, estrela da Marvel, estremece Veneza com look cor de carne e decote extremo

 A atriz Florence Pugh estremeceu a cidade de Veneza ao comparecer a um evento de gala de uma marca italiana com um look cor de carne e um decote extremo. A celebridade de 30 anos compartilhou duas fotos no Instagram em que aparece com a vestimenta reveladora.

Pugh é a atual intérprete da personagem Viúva Negra, da Marvel. Ela fez uma ponta recente como a espiã em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ (2026) e voltará aparecer como ela em


‘Vingadores: Doutor Destino’, com lançamento marcado para o mês de dezembro.

Ela depois afirmou: “Comemoramos o lançamento oficial do perfume Max Mara da forma mais maravilhosa possível. Amigos, comida, vinho, um lugar para jantar de tirar o fôlego, e ainda surrupiei algumas garrafinhas do perfume que estavam sobre a mesa… hehe”

Florence Pugh tem no currículo uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante de 2020, por sua atuação em ‘Adoráveis Mulheres’ (2019).

FONTE: g1  Monet - Celebridades

domingo, 2 de agosto de 2026

Tubarão-branco de meia tonelada reaparece após meses sem emitir sinal e surpreende pesquisadores

 

Após meses sem qualquer registro de localização, uma das maiores fêmeas de tubarão-branco monitoradas por cientistas no Atlântico Norte voltou a ser detectada na costa dos Estados Unidos. Batizada de Grey Lady, a fêmea de 3,78 metros de comprimento e cerca de 518 quilos reapareceu próximo à região de Edisto, na Carolina do Sul, reacendendo o trabalho de pesquisadores que acompanham seus deslocamentos por satélite.

O animal é monitorado pela organização norte-americana OCEARCH, que estuda grandes predadores marinhos por meio de transmissores instalados na nadadeira dorsal. O equipamento envia um sinal apenas quando rompe a superfície da água por alguns segundos, permitindo que satélites registrem a posição do tubarão.

A ausência de transmissões por longos períodos é considerada comum. Como os tubarões-brancos passam boa parte do tempo em mergulhos profundos, o transmissor permanece submerso e não consegue estabelecer comunicação com os satélites. Além disso, o acúmulo de organismos marinhos sobre o equipamento pode reduzir temporariamente sua eficiência.

O novo registro confirma que Grey Lady continua utilizando a costa leste dos Estados Unidos durante seus deslocamentos sazonais. Segundo os pesquisadores, a Carolina do Sul integra uma importante rota migratória da espécie, que costuma seguir o deslocamento de presas como focas e grandes cardumes ao longo do Atlântico Norte.

O monitoramento de indivíduos conhecidos permite aos cientistas compreender melhor os padrões de migração, alimentação e reprodução dos tubarões-brancos. Essas informações são usadas para orientar medidas de conservação da espécie, considerada vulnerável à extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Grey Lady é um dos diversos tubarões acompanhados pela OCEARCH. Nas últimas semanas, outro animal monitorado pela organização, o macho Contender, de cerca de 4,2 metros e 770 quilos, também voltou a emitir sinais após meses sem registros, reforçando a importância da telemetria para acompanhar grandes predadores oceânicos ao longo de suas migrações.

FONTE: O GLOBO | Época

Sylvester Stallone é criticado nos bastidores por escalar 'cancelado' James Franco em novo Rambo, diz site

 

Mesmo tendo passado a faixa, a faca a e a metralhadora para frente, Sylvester Stallone está se engajando na produção do reboot da franquia 'Rambo' e colocou em risco sua reputação, sofrendo pesadas críticas, ao mexer os pauzinhos para a escalação de James Franco em um dos principais papéis do filme que será estrelado pelo jovem astro Noah Centineo como o  veterano da Guerra do Vietnã rejeitado pela sociedade dos EUA ao retornar traumatizado dos conflitos no Sudeste Asiático.

O lançamento do longa-metragem dirigido por Jalmari Helander, que tem no currículo o elogiado'


Sisu – Uma História De Determinação', está programado para junho de 2027.Segundo reportagem publicada nesta semana pelo site 'Radar', Stallone - que exerce somente a função de produtor-executivo - está empenhado a fazer com que Franco ganhe uma nova chance na carreira quase oito anos depois que ele foi acusado de assédio e foi transformado em um pária na indústria cinematográfica.

Seu "cancelamento" é um dos mais marcantes em Hollywood desde o começo do movimento #MeToo. Passou de indicado e até apresentador da festa do Oscar para ter as portas completamente fechadas nas grandes produções.

"Escalar James para este novo filme do Rambo é um risco, mas Sly construiu toda a sua carreira fazendo escolhas pouco convencionais que acabaram gerando grandes resultados lá na frente. Ele segue sua intuição e age de acordo com ela. O que não levou em conta é o quanto James ainda é rejeitado por certas pessoas em Hollywood, inclusive por antigos amigos influentes, como Seth Rogen", contou a fonte da publicação envolvida na produção que conta com outro nome controverso no elenco - o de David Harbour - envolvido em escândalo de traição que culminou no seu divórcio da popstar Lily Allen e teria batido de frente com Millie Bobby Brown no set de 'Stranger Things' - como o mentor do protagonista, o Coronel Trautman.

Rogen - um dos maiores parceiros de Franco no passado, com quem fez comédias como 'Segurando as Pontas' (2008) e 'A Entrevista' (2014) - afastou-se depois que cinco mulheres (incluindo quatro alunas do astro de '127 Horas') acusaram o colega de conduta sexual inadequada em 2018.

Duas delas abriram um processo e o caso foi encerrado mediante ao pagamento de uma indenização de 2,2 milhões de dólares (mais de 10 milhões de reais pela cotação atual). Franco negou as acusações, mas, em 2021, admitiu que tinha dormido com algumas das estudantes.

Sylvester Stallone teria sido avisado sobre o incômodo que sua iniciativa está causando nos bastidores, já que seu "protegido" tem "muitos inimigos", mas não está disposto a mudar de ideia.

"Este filme não está sendo feito para a elite de Hollywood. É sob medida para as gerações de fãs de Rambo que querem ver uma nova aventura com o personagem, e a aposta de Sly é que eles não se importarão com a nuvem de escândalos que tem cercado James Franco nos últimos anos", resumiu o informante. "Além disso, James continua afirmando que foi injustiçado e que as acusações são falsas. Sly simplesmente acredita na palavra dele e dá respaldo a isso oferecendo-lhe uma chance real de redenção."

FONTE: Monet | Filmes | g1

'Não sabia que era o último abraço', lamenta mãe de menino de 5 anos que morreu em incêndio no dia do aniversário, no Paraná

 

Thaliane Rodrigues, mãe de Benjamin Luiz de Souza, contou que conseguiu dar um último abraço no filho antes dele morrer em um incêndio em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. O menino completava cinco anos quando a casa em que ele morava pegou fogo. A mãe disse.

A bisavó de Benjamin, de 84 anos, também estava na casa e foi socorrida. Até a última atualização desta reportagem, a mulher permanecia internada e entubada.

O incêndio aconteceu na sexta-feira (31). Em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, Thaliane explicou que saiu de casa cerca de 10 minutos antes do fogo começar.

"Eu só fui comprar o presente que a madrinha dele deu o dinheiro. [...] me ligaram falando para eu correr porque estava pegando fogo em tudo e não sabiam do meu filho", ela contou.

A mãe relatou que, na tarde de sexta-feira, fez um aniversário para Benjamin comemorar a nova idade e realizou o desejo dele de ter um bolo do personagem Homem-Aranha.

De acordo com André Lopes, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente pelas paredes da residência. Foram usados dois caminhões para o combate às chamas.

A bisavó foi resgatada por pessoas que passavam pela Rua Teixeira Mendes, e os bombeiros encontraram Benjamin morto em um dos cômodos da casa.

FONTE: g1| Campos Gerais e Sul RPC

Christiane Torloni fala sobre a peça 'Dois de nós', surfe e 50 anos de carreira: 'Eu não desisti'

 

O tradicional Bar Lagoa, fundado em 1934, foi o local escolhido por Christiane Torloni para esta entrevista. Na ocasião, o sol de inverno banhava discretamente o salão de estilo art déco, parte da História do Rio, deixando a atmosfera ainda mais poética. “Frequento desde cedo. Sou da safra dos anos 1950, filha da bossa-nova. Essa era a luz da minha infância”, observa a atriz paulistana, de 69 anos. “Venho de uma família de artistas (seus pais são os atores Monah Delacy e Geraldo Matheus, morto em 2023). Por conta do trabalho deles, morei em Ipanema na infância.”

Celebrando meio século de carreira, ela está em cartaz no Rio com a peça “Dois de nós”, com texto de Gustavo Pinheiro e direção de José Possi Neto, no Teatro Axia Casa Grande, até o dia 1º de novembro. Contracena, pela primeira vez no palco, com o amigo de longa data Antonio Fagundes. No elenco, também estão Alexandra Martins e Thiago Fragoso. A montagem estreou em São Paulo, em 2024, lotou teatros em Portugal e já foi vista

por 200 mil espectadores só no Brasil. Em cena, o mesmo casal em duas fases da vida reflete sobre a passagem do tempo, as escolhas e o imponderável da existência. “As emoções vão se sobrepondo. A peça traz personagens reais em um mundo que não finge ser ideal”, frisa a atriz.

Os questionamentos que provocam risos e lágrimas na plateia reverberam em Christiane. Tendo a arte como a principal aliada, fez a primeira novela, “Duas vidas”, em 1976. Coleciona números de tirar o fôlego: mais de 40 trabalhos em audiovisual, 19 filmes e 19 peças. Também dirigiu, com Miguel Przewodowski, o documentário “Amazônia — O despertar da florestania” (2019) e está às voltas com o seu segundo filme, sobre a mãe, de 97 anos. Casou-se quatro vezes — com o diretor Dennis Carvalho (1947-2026), com quem teve os gêmeos Guilherme e Leonardo, o psicanalista Eduardo Mascarenhas (1942-1997), o artista plástico Luiz Pizarro e o diretor Ignácio Coqueiro. Foi figura ativa nas Diretas Já, em 1984, e passou a defender o meio ambiente muito antes de o assunto virar hype. Assim como a personagem Maria Helena de “Dois de nós”, viveu uma tragédia. Em 1991,

sofreu um acidente de carro na garagem de casa e um de seus filhos, Guilherme, morreu, aos 12 anos. “Passei pela maior provação de uma mãe. Naquele momento, a vida ficou em jogo”, lembra.

Na entrevista de duas horas, além de falar sobre cicatrizes que não fecham, a atriz passeou por assuntos diversos, como política e etarismo. A seguir, os melhores trechos:

Como está sendo contracenar no palco com Antonio Fagundes, com quem você já tinha feito diversos trabalhos na TV?

Nossa primeira vez na televisão foi em “Amizade colorida”, no início da década de 1980. Depois de mais de 40 anos de convívio e de formar casais, estamos vivendo esse sucesso no palco. É um lindo susto. Porque em teatro não há garantias, assim como na vida.

Na peça, é retratada uma relação longeva. Você também as cultiva?

Sim, tenho essa grande chance. Porém, no caminho, assumi compromissos com a democracia, a cidadania e a “florestania” (junção de floresta com cidadania). Isso me afastou de algumas pessoas. O coletivo me interessa. Às vezes, o “um” dá muito trabalho... Não tenho mais tempo a perder com pessoalidades. Nesse sentido, talvez seja meio “solo”.

Você foi casada quatro vezes. Foram relações não muito longas. O que pegou?

Quatro vezes são os casamentos públicos, né? Os que deixo que saibam (o último, com Ignácio Coqueiro, terminou em 2010; em 2022, a atriz fez uma aparição com o então namorado Randal Juliano). O resto tem de ser secreto e divertido. Tem uma frase de Frida Kahlo: “Onde não puderes amar, não te demores”. Como boa aquariana, dou no pé.

Em que momento “dá no pé”?

Sabe o que descobri muito novinha? Que amor vale a pena, mas não a vida, apenas a dos filhos. O amor não pode levar a própria existência, e isso é uma percepção de sobrevivência. Sou atriz e meu lugar de criação ocupa muito espaço. Tem uma hora que fica apertado. Você pode estar numa quitinete ou numa cobertura de mil metros e se sente claustrofóbica. Isso gera doenças, deprime.

Já passou por isso? Ficou doente, deprimida?

Sim. Recuperar o sentido de viver depois de ter perdido um filho foi um trabalho muito delicado. A reconstrução desse caminho é enorme, e não termina nunca: todos os dias assino meu leasing com a vida. Naquela época, em que as pessoas só escreviam cartas, lembro-me de ter ficado impressionada com as demonstrações de afeto que recebi para não desistir, porque havia esse risco. Ano que vem farei 70 anos: estou salvando a minha vida a metade dela. Todo dia faço uma compressa no coração. Claro que tenho grandes motivações para continuar: meu filho, Leonardo, minha mãe, minha nora, Keruse, e meu neto, Lucca.

É bom ser avó?

É muito natural, não adapto nada. Lucca está com 8 anos. Às vezes, Leonardo pede para eu explicar o motivo de eu ter falado uma determinada palavra, o que ela significa. Aí, me pego pensando: “Será que meus filhos recorriam ao dicionário para entender o que falava?”.

Como lida com o etarismo?

Acho meio cruel. Em outros países, atrizes envelhecem e são cada vez mais respeitadas, ganham prêmios pelo conjunto da obra. Vivemos num tempo em que as possibilidades de longevidade estão mais democratizadas. É perverso acusar a capacidade que uma pessoa tem de continuar bem. O colágeno vai embora, mas outras coisas melhoram. O sexo vai ficando uma coisa maravilhosa. Quando a gente é jovem, sabe pouco.

De que maneira mantém esse vigor?

Tem de preservar a curiosidade. Perdê-la é triste. Observo pessoas de 30 e poucos anos com uma coisa embaçada. Dá para ver o silicone, o implante, o botox, mas cadê o brilho? Tem colágeno, hormônios e testosterona, mas falta fogo.

Quais as expectativas para as próximas eleições? Apoia algum candidato?

Meu aconselhamento é que se observe os programas de governo dos candidatos antes de votar.

A floresta mudou a sua visão de mundo?

Sim. Viajei pela primeira vez à Amazônia 40 anos atrás, e foi avassalador. Os índios, falo assim, como o próprio Ailton Krenak (ambientalista), veem e sentem o mundo em 360 graus. O conceito de “florestania”, que defendo no meu documentário, virou disciplina de pós-graduação na Universidade Santa Cecília, em Santos.

Ccomo estão as aulas de surfe?

Há quase 70 anos queria iniciá-las (risos). Porém, no passado, era uma prática só de meninos, e minha mãe não deixou. Na primeira aula, em março, já subi na prancha. O mar regenera. Estou aprendendo a ler a onda. É zen.

Por que “hoje é dia de rock, bebê”, dita por você no Rock in rio de 2011, viralizou tanto?

Foi a frase certa na hora certa. Adolescente, assisti à peça “Hoje é dia de rock”, no Teatro Ipanema, umas 15 vezes. E, desde criança, chamo as pessoas de bebê. De um tempo para cá, virou sinônimo de “hoje tem” (risos).

Cinquenta anos de carreira. O que pode dizer sobre esse marco?

Que não desisti. Quando as mães vêm falar comigo é o que sempre falo: “Não desista”. É possível se surpreender com a chegada de um bem, de um amor, de uma causa. Vejo tantas coisas que mudaram em mim nos últimos 30 anos... Muitas bênçãos jorraram na minha cabeça.

FONTE: Gente | O GLOBO

Aluna é atacada por enxame de abelhas na porta da escola, em MG. Saiba o que fazer!

  Uma aluna de 12 anos comoveu a web após ser atacada por um enxame de abelhas na frente de uma escola municipal em Ibirité, na Região Metro...