Pedro, de 60 anos, nasceu em Portugal, mas foi para o Brasil quando era criança. No Rio, casou, teve seus filhos e virou empresário na área de eventos.
Há cinco anos, ele e dois filhos foram para Portugal. Abriram em fevereiro deste ano o Apeadeiro, que fica em uma antiga estação de trem em Montijo, área metropolitana de Lisboa.
Segundo o site "NIT" publicou na época da inauguração, a ideia do empresário era montar um projeto de eventos e festas idêntico ao que tinha no Brasil. Até ele descobrir o Apeadeiro, que estava abandonado.
O investimento realizado junto com o sócio teria sido milionário. A recuperação do local, que é centenário e estava em ruínas, levou três anos.
Teria havido um desentendimento quando decidiram negociar as cotas. O sócio teria sugerido receber parte do dinheiro investido na sociedade do Apeadeiro, que era gerido por Pedro.
No entanto, a Polícia Judiciária informou que "irá prosseguir a investigação a fim de apurar os fatos que estiveram na origem dos homicídios, bem como a recuperação da arma utilizada”.
No último domingo o sócio atirou em Pedro dentro do restaurante, na frente dos funcionários, clientes e do filho, que ajudava no atendimento.
O jovem, de 22 anos, tentou evitar a morte do pai e foi atingido. Ambos ainda foram levados para um hospital, mas não resistiram aos ferimentos.
O sócio, de 61 anos, segundo a PJ, tem antecedentes criminais por sequestro e furto de carro. Ele conseguiu fugir, mas foi localizado 24 horas depois pelos policiais e interrogado ontem.
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FONTE: O Globo
Por Gian Amato
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